O caso de deserdação envolvendo os cantores Fiuk e Fábio Jr. chama a atenção para uma questão relevante do planejamento sucessório: no Brasil, em quais situações um filho pode ser excluído da herança?
Em entrevista ao Valor Investe, com repercussão nos veículos Revista Caras, UOL e O Tempo, nosso sócio Otávio Pimentel explicou que a medida não funciona como uma simples manifestação de vontade de quem não deseja deixar patrimônio a determinado filho.
“A lei estabelece um rol específico de situações que podem justificar a deserdação. Não é possível criar uma nova causa simplesmente porque o relacionamento entre pai e filho se deteriorou,” ressaltou.
Confira a entrevista completa nos links abaixo.
Fontes: Valor Investe, Revista Caras, UOL Tangerina e O Tempo