O patrimônio deixado por uma pessoa após sua morte pode estar muito além de imóveis, investimentos e contas bancárias.
A morte do influenciador Lito Sousa trouxe novamente atenção para a herança digital e para os desafios relacionados à transmissão de ativos que existem exclusivamente no ambiente digital.
Em entrevista à Viva, Otávio Pimentel, sócio do PHR Advogados e especialista em Direito de Família e Sucessões, explica que canais monetizados, domínios e outros ativos digitais com valor econômico podem integrar o patrimônio sucessório. Já mensagens privadas, fotografias e outros conteúdos ligados à intimidade exigem tratamento diferente, especialmente em razão da proteção à privacidade e à LGPD.